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09.05.2014 - Trabalhadores da Rádio Sociedade e TV Record cruzam os braços em manifestação puxada pelo SINTERP/BA

Uma grande mobilização em frente ao prédio da rede Record/BA, paralisou algumas das atividades nas emissoras na manhã do dia 8 de maio. Acompanhados pela direção do seu sindicato, o SINTERP/BA, os Radialistas já se concentravam em frente à empresa desde as 3h da madrugada. Cerca de 150 trabalhadores cruzaram os braços e a emissora não veiculou sua programação normal, no período da manhã, pois os programas carros-chefes não puderam ser transmitidos, como, por exemplo, o Jornal Bahia no Ar, apresentado por Jessica Senra e o Balanço Geral, com Raimundo Varela.

Mesmo com a presença da polícia sendo solicitada pela direção da rede, com o intuito de inibir a mobilização, a categoria fez a manifestação de forma pacífica e ordeira, focada no seu objetivo, que é defender um percentual negociável e garantir os seus direitos já conquistados. No final, foi realizada uma assembleia extraordinária com todos os trabalhadores, conscientizando-os da necessidade da união da categoria e da participação. Foi unânime o desejo dos trabalhadores em recusar a proposta de 5% do patrão.

 

O Radialista e vereador Leandro Guerrilha esteve presente apoiando a campanha e o movimento. “Está na hora de unirmos a classe. Só dessa maneira vamos conseguir vencer. É inadmissível que os profissionais da comunicação não consigam se comunicar com os patrões ou ao menos serem ouvidos. Espero que não tenhamos que tensionar ainda mais para garantir nossos direitos”, declarou.

O Ex-Secretário de Comunicação, Robinson Almeida, disse que é solidário à luta dos trabalhadores da Radiodifusão. “Espero que todos tenham condições dignas de trabalho para o exercício de suas profissões.”

Edmundo Filho, da Coordenação de Rádio da SECOM, acha que tem que haver respeito ao trabalhador e à própria realidade que as empresas vivem. “Elas investem em tecnologia, além de outros avanços, e isso não pode estar na contramão de preservar seu maior patrimônio que é o trabalhador. É necessário ter bom senso.”

Na visão dos trabalhadores, o sindicato patronal não teve a sensibilidade de acompanhar o movimento das outras categorias, oferecendo apenas 4%. “O que o sindicato pleiteia é muito justo, pois quando o patrão repõe a inflação, o trabalhador já está começando a perder no dia seguinte. Se eles repõem apenas a inflação, ano após ano, daqui a alguns anos estaremos com salário mínimo. Não é apenas a reposição da inflação que tem que ser feita, tem que repor a perda do ano seguinte, também. Tem que ter ganho real de, pelo menos, 5%. A categoria está apoiando o movimento porque está insatisfeita, porque o salário é baixo, tem que ser reposto”, explicaram.

Os funcionários disseram que é preciso respeitar o movimento, pois a reivindicação é justa. Como qualquer categoria, os Radialistas estão exercendo os direitos constitucionais de reivindicar melhores salários. “Esperamos que os empregadores entendam que nós funcionários representamos a grande força de trabalho que dá vida a suas empresas e consequentemente os lucros que obtêm. Nada mais justo do que sermos reconhecidos com salários dignos.” Fonte: Sindicato dos Radialistas/BA

 



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