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26.10.2015 - CUT-RS e centrais se reúnem nesta terça para retomar mobilização pelo reajuste de 11,55% no piso regional

A CUT-RS e demais centrais sindicais voltam a se reunir nesta terça-feira, na sede da CTB-RS, em Porto Alegre, para intensificar a mobilização pelo reajuste de 11,55% no piso regional a partir de 1º de janeiro de 2016. A reivindicação foi entregue no último dia 13 ao secretário do Trabalho do governo Sartori, Miki Breieir, que ficou de levar a demanda ao governador para que seja encaminhada à Assembleia Legislativa.

“Passados mais de 15 dias, não obtivemos até agora qualquer retorno do secretário do Trabalho e o projeto ainda não foi enviado pelo governador aos deputados”, afirma o secretário de Relações do Trabalho da CUT-RS, Antônio Guntzel,

No último dia 21, as entidades começaram uma mobilização na Assembleia Legislativa. Os dirigentes das centrais foram recebidos pelos deputados da bancada do PT. “Novas reuniões serão agendadas para dialogar com todos os parlamentares e mostrar a importância do piso regional para melhorar a renda dos trabalhadores, aquecer a economia gaúcha e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Estado”, salienta Antônio.

Choradeira e hipocrisia dos empresários

Enquanto as centrais lutam pela valorização do piso regional, as federações empresariais divulgaram uma nota na última quinta-feira (22). Além da tradicional choradeira, os empresários defenderam reajuste zero. “Na impossibilidade de extinção do piso regional, a melhor alternativa frente ao momento pelo qual passa a economia gaúcha e nacional é propor o reajuste zero para o salário mínimo regional no Rio Grande do Sul em 2016”, afirmou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, durante encontro com demais presidentes das federações empresariais do Estado (Fiergs, Federasul, FCDL-RS e Farsul).

A reação absurda dos empresários foi respondida pelo presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo. Para ele, a posição da Fecomércio-RS significa uma tremenda falta de responsabilidade social não só com os trabalhadores, mas com a sociedade gaúcha. “O reajuste do piso regional tem impacto positivo na economia, pois gera distribuição de renda, estimula a produção e o consumo, e ajuda a aquecer a economia para sair da crise”, frisou.

Além disso, o piso regional resguarda o poder aquisitivo de trabalhadores em setores e regiões em que a organização sindical tem menor alcance. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) mostram que entre os anos de 2002 a 2015 o número de empregos formais no Estado cresceu 53,4%, passando de 2.027.416 para 3.109.179 postos de trabalho.

Conforme o Dieese, mais de um milhão de trabalhadores foram incluídos no mercado de trabalho desde a implantação do piso regional em 2002, durante o governo Olívio Dutra. “Isso rasga o discurso de setores patronais que atribuem o desemprego ao reajuste do piso regional”, salienta Claudir.

“Esse posicionamento dos empresários é uma hipocrisia”, aponta o dirigente da CUT-RS. Ele ressalta que o aumento do piso regional “injeta muito dinheiro na economia e os patrões são os maiores beneficiados, pois ampliam os seus lucros”. Para Claudir, “essa postura empresarial, além de hipócrita, mostra uma tentativa de rebaixar a massa salarial e é uma falta de respeito com os trabalhadores”.

“O Rio Grande do Sul não pode retroceder nem ficar parado na hora de discutir o piso regional. O reajuste de 11,55% garante a continuidade do processo de valorização dos salários, contribuindo para combater as desigualdades e ampliar a inclusão social”, destaca Claudir. Segundo o Dieese, o rendimento médio real dos assalariados mais pobres cresceu 56,7% desde a criação do piso regional. Fonte: CUT-RS



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