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14.01.2016 - Em MG funcionários dão ultimato e afiliada do SBT pode ter greve geral

A nova rodada de negociação ocorrida na manhã de ontem (13) entre a representação da TV Alterosa e do jornal O Estado de Minas e os dirigentes sindicais dos trabalhadores não alterou o quadro de desrespeito às categorias. As empresas informaram que depositaram no dia 13 cerca de 50% dos valores devidos a título de 13º salário aos funcionários com vencimentos mais baixos (num total de R$ 400 mil). Em relação ao restante da dívida, no entanto, os prepostos do grupo Diários Associados disseram que só será quitada quando as empresas tiverem valores em caixa, sem previsão de data.

Em assembleia nessa quinta (14), radialistas e jornalistas decidiram seguir mobilizados e realizando paralisações parciais até o dia 31 deste mês. Segundo o diretor da Fitert e do Sindicato dos Radialistas de Minas Gerais, Eduardo Salgado, serão realizadas paralisações diárias das 10 horas ao meio-dia e das 16 às 18 horas. No dia 1º de fevereiro haverá nova assembleia.

Da reunião de hoje na Superintendência Regional do Trabalho participaram em nome do Sindicato dos Radialistas mineiro os dirigentes Anderson Rocha, Marco Antônio Jacob, Emílio Alves, Sérgio Corradi e José Aparecido Alves Ferreira.

Os representantes da TV e do jornal Estado de Minas tinham solicitado a nova rodada de negociação para esta quarta-feira (13). A própria empresa confirmou perante o Ministério do Trabalho no último dia 11 que pagou apenas R$ 1.005.832,15 e reconheceu ainda serem devidos R$ 2.337.278,15 somente aos funcionários da TV. No jornal, naquela data a empresa informou que teriam sido quitados R$ 70.618,67 e ainda seriam devidos R$ 197.357,33 aos trabalhadores. Os valores foram apresentados em reunião na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, da qual participaram representando os radialistas os diretores do Sindicato dos Radialistas de Minas Gerais Anderson Rocha e Eduardo Salgado (o Mazinho). Os representantes dos trabalhadores vêm questionando a falta de transparência e critérios nos pagamentos realizados pela empresa, além das práticas antissindicais, como o acionamento da polícia militar durante a paralisação realizada no dia 29 de dezembro.

A mobilização que teve início em Belo Horizonte deve chegar às outras praças onde o grupo Diários Associados tem empresas. No Rio, o pagamento do 13º está atrasado (apenas 30% foram quitados) nas rádios Nativa e Tupi e no Jornal do Comércio. "A empresa prometeu quitar a dívida no próximo dia 18", informa a secretária geral da Fitert e diretora do Sindicato dos Radialistas do Rio, Andréa Bussolo.

Em Brasília, os trabalhadores do Correio Braziliense também sofrem com atraso de salários, férias e FGTS - conforme nota divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas do DF.

"A minha preocupação é que não ocorra com a TV Alterosa o mesmo que aconteceu com Rede Manchete. Sou favorável à intervenção judicial na empresa", alerta o secretário de imprensa da Fitert e dirigente do sindicato mineiro, Nascimento Silva.



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