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22.03.2013 - Fitert discute formação profissional com o Ministério das Comunicações

Os dirigentes da Fitert José Antônio de Jesus Silva (coordenador) e Celene Lemos (secretária de política da mulher) foram recebidos em audiência no Departamento de Acompanhamento e Avaliação do Ministério das Comunicações no último dia 18, para tratar da formação de radialistas. Quem recebeu a Federação foi a diretora substituta do Departamento ministerial, Elza Fernandes. Na oportunidade a Fitert apresentou críticas à proposta de Formação Inicial e Continuada (FIC) disponibilizada pelos ministérios da Educação em parceria com o Ministério da Comunicação para o seguimento da radiodifusão no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Os dirigentes da Federação reiteraram que a proposta não atende as necessidades da categoria e fere a lei 6.615/78 (que regulamenta a profissão) ao oferecer cursos de curta duração que não asseguram a qualificação profissional exigida por lei e têm como requisito apenas o ensino fundamental. O coordenador José Antônio também ressaltou que, da forma como estão organizados os cursos oferecidos pelo Pronatec, o Ministério do Trabalho e Emprego não terá como emitir registro profissional de radialista para as pessoas que concluírem tais módulos.

Os cursos do Pronatec questionados pela Fitert são os de ‘Montador e Reparador de Sistemas de TV Digital’, ‘Montador e Reparador de Sistemas de Rádio Digital’, ‘Montador e Reparador de Sistemas de Rádio AM e FM’.

Idiomas e novas tecnologias - Os dirigentes da Fitert também apontaram a necessidade de que o Pronatec oferte cursos de idiomas para os radialistas – especialmente inglês e espanhol -, tendo em vista que o país sediará eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Também foi levantada pelos representantes da categoria a demanda de oferta de cursos que qualifiquem os profissionais para o uso das novas tecnologias em desenvolvimento e expansão no mercado da comunicação.

Elza Fernandes ressaltou que o Ministério das Comunicações, na qualidade de órgão demandante no Pronatec, poderá indicar pré-requisitos para a participação nos cursos solicitados pela pasta, como a escolaridade mínima de ensino médio. Segundo a diretora, “podemos ainda negociar com as instituições de ensino para adequar os cursos, apesar de não sabermos qual é esse limite de negociação, já que é uma tarefa totalmente nova para nós. Vamos, no âmbito do Pronatec e em cooperação com a Fitert, identificar cursos de interesse e levantar demandas”.

Ainda em relação ao Pronatec, a representante do Ministério informou que é possível realizar parcerias, inclusive com instituições privadas, para expandir a oferta de vagas de reciclagem dos profissionais que já estão no mercado de trabalho e também para novos interessados, pois não é possível ao poder público restringir o acesso de quem procura os cursos.

Mapeamento dos cursos piratas e diálogo com o MEC - Ficou acordado também que a Federação encaminhará na primeira semana de abril um relatório com o mapeamento das necessidades de formação da categoria nos estados, com o objetivo de formular um projeto piloto de formação para o uso das novas tecnologias. Também será apresentada formalmente pela Fitert a demanda de abertura de cursos de requalificação de operadores de câmera e editores, a fim de atualizar esses profissionais no uso dos novos equipamentos disponíveis no mercado.

Quanto aos cursos que não se enquadram no perfil do Pronatec, mas vêm sendo ofertados em conflito com a lei 6.615/1978, a Federação ficou de apresentar o levantamento nacional e propostas de adequação fundamentadas na legislação. De acordo com Elza, a partir daí o Ministério das Comunicações poderá estabelecer um contato formal com o MEC para discutir as mudanças propostas pela categoria. E em relação à oferta de cursos de idiomas, a representante do Ministério informou que verificará a possibilidade e dará retorno à direção da Fitert.

Participaram também da reunião a assessora da diretoria da Fitert, Adriana Simões, e a assessora da diretoria do Departamento de Acompanhamento e Avaliação do Ministério, Mariana Garbacio. Fonte: redação Fitert



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