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04.04.2013 - Radialistas baianos rejeitam proposta das empresas de 5% de reajuste

Nesta última terça-feira, à noite, trabalhadores de diversas empresas de comunicação de Salvador se reuniram em Assembleia. Eles foram informados da combinação entre o Sinterp/BA e o Serteb de discutir inicialmente todas as cláusulas sociais da Convenção Coletiva já acordada. Mas as novas e as econômicas não estão garantidas. A categoria não aceitou a proposta de 5% dos patrões e decidiu manter a inicial, que é o índice baseado no INPC mais 5% de ganho real, aprovado em assembleia e apresentado pelo sindicato. Um dos argumentos contestados pelos trabalhadores foi que só o aumento no Plano de Saúde nas emissoras foi de 8%.

Na oportunidade o vereador e radialista Leandro Guerrilha declarou que nos seus 20 anos de profissão, nunca viu os Radialistas serem tão mal remunerados, lembrando que antigamente recebiam de sete a oito salários mínimos. Além disso, o espaço desses trabalhadores tem sido diminuído e é preciso protegê-los. “O piso único Nacional, a carteira nacional dos Radialistas, que consta no Projeto de Lei apresentado pela FITERT (Federação dos Radialistas) que está tramitando na Câmara dos Deputados, serão nossas bandeiras também! Precisamos oferecer mais formação, qualificação, cursos profissionalizantes e seminários para enriquecer ainda mais o nível da nossa categoria. Temos a intenção de dar apoio ao sindicato em todas as questões, inclusive nas mobilizações. O mandato é do sindicato, é da categoria”, afirmou, colocando à disposição a estrutura do seu gabinete.

Everaldo Monteiro, coordenador do SINTERP/BA, lembrou que, há algum tempo atrás, a Bahia era vista como o celeiro da emissão de registros profissionais de Radialistas de forma irresponsável e descomprometida. “Criamos parcerias e convênios com instituições de ensino para a formação de Radialistas com seriedade. Antes quem necessitasse do registro de forma irresponsável, vinha ao estado da Bahia e comprava. Hoje isso acabou e a realidade é completamente diferente, porque trabalhamos por isso”.

Para Marjorie Moura, presidente do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), o movimento social vive uma crise ideológica e política de participação. “É preciso repensar a representação sindical das categorias e das centrais para discutir e reverter esse quadro”.

Os trabalhadores levantaram a necessidade do sindicato de implantar um canal aberto para a categoria fazer denúncias. Salários atrasados, horas extras e outros abusos cometidos pelas empresas precisam chegar ao conhecimento do SINTERP/BA para que sejam apurados.

“A assembleia foi bastante produtiva e os assuntos abordados foram realmente necessários. O reajuste salarial não deve ser menor do que o apresentado pelo sindicato inicialmente e devemos brigar também por um plano de saúde convencionado”, afirmaram os trabalhadores no final.

Se lá os trabalhadores manifestaram a necessidade de um canal para a realização de denúncias, salientamos que nós aqui no sul há muito temos esta ferramenta de união com a categoria, na qual esta frequentemente se manifesta. Tomamos sempre todas as providências, encaminhando para o Ministério do Trabalho toda e qualquer irregularidade, descartando apenas aquelas em que o remetente não se identifica.



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