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30.11.2016 - Vigília dos servidores na Praça da Matriz reforça luta contra PEC 55 e pacotaço de Sartori

Centenas de servidores públicos fizeram nesta terça-feira (29) uma vigília na Praça da Matriz, no centro de Porto Alegre, protestando contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 do governo ilegítimo Temer e o pacotaço do governo Sartori, ambos do PMDB. A CUT-RS e várias entidades sindicais montaram barracas em frente ao Palácio Piratini e à Assembleia Legislativa. Ao longo do dia houve manifestações em carro de som a favor dos serviços e do patrimônio público e contra a retirada de direitos dos trabalhadores.

A mobilização ocorreu no mesmo dia em que os senadores começaram os debates para votar, em primeiro turno, a PEC 55, aprovada como PEC 241 na Câmara dos Deputados, que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos em áreas como saúde e educação, prejudicando a classe trabalhadora.

Para ir ao segundo turno no Senado, a PEC 55, conhecida como a PEC da Morte, requer o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares, ou seja, 49 dos 81 senadores. A votação em segundo turno está agendada para o dia 13 de dezembro.

Pacotaço

Além de cobrar o voto contrário dos senadores, houve muitos protestos contra o pacotaço do governador, anunciado no último dia 21, que prevê extinção de fundações, fim do plebiscito para privatizar a CEEE, Sulgás e CRM, demissão de servidores, escalonamento dos salários e pagamento da segunda parcela do 13º até novembro de 2017, dentre outras maldades.

Servidores de várias fundações e das estatais ameaçadas fizeram barulho contra o governo Sartori e alertar os deputados para os prejuízos que representam as medidas propostas em regime de urgência, sem debate anterior com a sociedade gaúcha.

O deputado estadual Adão Villaverde (PT) alertou que as proposições do governo não incluem ataque firme à sonegação, revisão rigorosa de isenções fiscais e plano de desenvolvimento para o estado. “Sartori não tem uma linha sequer em seu pacote para aumentar a receita e propor desenvolvimento”, afirmou. “A visão é apenas de cortar gastos e extinguir fundações, cujos orçamentos são inferiores a 0,8% do total”.

Para Villaverde, “é provável que a extinção das fundações seja planejada para beneficiar consultorias privadas contratadas a peso de ouro, antecedendo processos de privatização de estatais estratégicas como CEEE, Sulgás, CRM, Banrisul e Corsan”. Fonte: CUT-RS

 



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