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10.01.2017 - Carta Aberta pede que Sartori suspenda extinções de fundações e se abra ao diálogo

O espaço do Chalé da Praça XV, um dos pontos mais tradicionais do Centro de Porto Alegre, não foi suficiente para o público mobilizado para o ato de divulgação da Carta Aberta ao Governo do Rio Grande do Sul, assinada por intelectuais, artistas e cientistas gaúchos, no fim da tarde desta segunda-feira (9). O documento foi encaminhado à Casa Civil do governo do Estado horas antes do ato.

Na Carta, o grupo questiona especialmente o argumento de “economia” usado pelo governo desde que propôs as extinções de nove fundações estaduais e duas empresas. O documento diz: “Os motivos orçamentários apresentados são frágeis para justificar uma ação tão radical. Com essas demissões e extinções, economizam-se cerca de R$ 189,2 milhões, segundo dados divulgados pela imprensa, o que representa apenas 0,69% do orçamento do Poder Executivo realizado em 2016, de acordo com dados oficiais do Portal da Transparência RS”.

 

Espaço do Chalé da Praça XV não foi suficiente para acolher público que participou de ato | Foto: Fernanda Canofre/Sul21

 

 

Segundo Luís Augusto Fischer, escritor e professor da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Carta encaminhada ao Piratini conseguiu reunir 66 assinaturas através de telefonemas e mensagens. Entre os nomes estão Luis Fernando Verissimo, Jorge Furtado, Alfredo Jerusalinsky, Vitor Ramil, Maria Amélia Bulhões, Maria Beatriz Luce e Kátia Suman. O ato desta segunda serviu para expandir o apoio. Listas para outras pessoas que quisessem se juntar ao manifesto circularam durante o evento.

 

 A Carta foi lida pela radialista Kátia Suman | Foto: Fernanda Canofre/Sul21

 

O grupo organizador da Carta também pede a José Ivo Sartori (PMDB) que abra uma janela de diálogo com a sociedade gaúcha. “O que a gente está pedindo é que o governo, tendo obtido autorização da Assembleia para extinguir as fundações, que ele reveja essa posição, suspenda a extinção e aceite conversar conosco. Somos professores, pesquisadores, gente da área da cultura e da ciência, que quer ter o direito de dizer coisas sobre a extinção de órgãos tão importantes”, explica Fischer.

Fischer diz ainda que a ideia do grupo é que esta seja mais uma frente política a questionar medidas do governo do Estado, ao lado de outros movimentos já existentes. “Nós queremos mostrar ao governo que há um ganho que não se mede só em uma contabilidade. A gente está tentando mostrar como essa outra economia tem importância e precisa ser levada em conta”, declarou.

Durante a fala de abertura do ato, o cientista político Benedito Tadeu César lembrou ainda que a Carta vai além da questão de partidos. “Acima de qualquer posição partidária e ideológica, entendemos que um governo deve dialogar com a população”, afirmou. Fonte: Sul21

 

 

 



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