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28.11.2017 - CUT-RS e centrais definem mobilização para greve nacional no dia 5 de dezembro

Com o auditório lotado da Fecosul, no centro de Porto Alegre, a CUT-RS e as centrais sindicais realizaram uma plenária na tarde desta segunda-feira (27) e definiram a mobilização para a greve nacional contra a reforma da Previdência e em defesa dos direitos no próximo dia 5 de dezembro.

Após debates, foram aprovados encaminhamentos para a organização do movimento, com destaque para assembleias das categorias, campanha de mídia, panfleteações até o dia 5 e diálogo com movimentos sociais.

Foi aprovada ainda uma nova plenária de mobilização, seguida de coletiva de imprensa, na véspera da greve nacional, na próxima segunda-feira (4), no auditório do Sindicato dos Bancários, a partir das 9h.

 

 

O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, afirmou que “a classe trabalhadora precisa parar o rolo compressor do golpe”. Ele destacou a importância da greve nacional, que terá inúmeros atos, passeatas e paralisações para dar uma resposta forte e à altura dos ataques do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). “Temos que impedir essa reforma que representa o fim da aposentadoria para milhões de trabalhadores e trabalhadoras”.

A votação da reforma foi agendada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para o dia 6 de dezembro.

 

 

“A ordem é clara: fazer assembleias nas bases e convocar a classe trabalhadora para a luta. Precisamos criar o clima e tirar o dia 5 da clandestinidade”, sentenciou Nespolo. Para ele, é um dever a defesa da Previdência.

“O nosso recado é para sair de casa no dia 5 apenas se for para participar das atividades”, adiantou.

Maquiagens do governo

Ao contrário da nova propaganda mentirosa do governo, de que a reforma visa cortar privilégios e assegurar a continuidade da Previdência, a proposta do governo retira direitos dos trabalhadores e dificulta o acesso aos benefícios previdenciários. Nespolo ressaltou que não existe déficit da Previdência, como comprovou a CPI do Senado, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), e a proposta não acaba com nenhum privilégio.

“Nos últimos meses, o governo fez movimentos para maquiar a perversidade da reforma, como a retirada das alterações que afetariam os trabalhadores rurais. Antes, a reforma atingia a todos de forma direta, hoje pega alguns setores de forma lateral”, explicou o dirigente da CUT-RS. “A reforma, se for aprovada, fará mal à classe trabalhadora e ao Brasil”.

 

 

A diretora executiva da CUT Nacional, Mara Feltes, chamou a atenção para a ofensiva da mídia e a maquiagem que o governo está utilizando na propaganda em defesa da reforma.  “Temos informações, de dentro do Congresso, que o governo está fazendo isso agora, mas, depois de aprovada, será uma enxurrada de medidas provisórias”, contou.

Representatividade

Além da CUT-RS, representantes da CTB, UGT, NCST, CSP Conlutas, Intersindical, CGTB e CSB participaram da plenária, junto com dirigentes sindicais de entidades das mais diversas categorias, além de representações dos movimentos sociais. Fonte: CUT-RS

 

 



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