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16.02.2018 - Rodoviários fecham acordo salarial

A seguir relatamos o encerramento das negociações e o fechamento do Acordo Coletivo entre os trabalhadores do transporte coletivo e os empresários das empresas de ônibus. Esse é só um exemplo das dificuldades que os trabalhadores estão enfrentando em suas negociações, principalmente depois da implantação da Reforma Trabalhista, que na prática tem prejudicado os trabalhadores brasileiros.

Após dois meses de negociação diante das diversas frentes que tentam constantemente desconstruir a verdadeira luta de classe, o sindicato dos rodoviários aprovou em assembleia junto à categoria a pauta recebida do sindicato patronal, na data de 14 de fevereiro, com as seguintes propostas:

- Inflação do período;

- Aumento de R$ 0,75 no Vale Alimentação;

- Aumento de R$ 5,00;

- Manutenção de todos os direitos conquistados.

O item determinante para a negociação dar-se como encerrada, e que passou em assembleia, foi o plano de saúde, que durante os últimos dias foi tema de avaliação por parte da categoria. O custo da coparticipação passou pra R$ 50,00, sendo que a intenção da gestão imperou mais uma vez, que era não deixar que fosse cobrada a coparticipação na consulta, que nas palavras do presidente, Adair da Silva, reforçou dizendo “enquanto esta gestão estiver atuando não haverá cobrança de coparticipação nas consultas aos trabalhadores rodoviários”.

A proposta inicial do Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) para o reajuste foi de 1% sobre os salários. O percentual também seria aplicado às demais cláusulas de natureza econômica, como vale-alimentação e subsídio do plano de saúde. Como justificativa, o sindicato destaca a dificuldade por que passam as empresas de ônibus com a queda de quase 11% no número de passageiros, dado referente a 2017 em comparação a 2016.

O advogado do Seopa, Alceu Machado, entende que o acordo foi bom para ambos. É preciso considerar, ainda, que todo o país passa por uma crise, e os reajustes têm se mantido, na maioria dos setores, próximos à inflação”.

Na avaliação do vice-presidente do Stetpoa, Sandro Abade, o acordo ficou abaixo do esperado — os rodoviários haviam apresentado uma contraproposta de 5% nos salários e de 10% no vale-alimentação. No entanto, a categoria sabia da situação econômica das empresas.

— Não foi um dissídio muito bom, mas a gente está ciente da crise no transporte público e, em função disso, a categoria não esperava algo muito diferente do que aconteceu — resume Abade. Fonte: ATP/ZH/CP



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