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28.03.2018 - Deputados aliados de Sartori derrubam emendas e mínimo regional é reajustado em apenas 1,81%

Por 24 votos a 20, deputados da base aliada do governador José Ivo Sartori (MDB) aprovaram na tarde desta terça-feira (27) o requerimento de preferência, apresentado pelo deputado Gabriel Souza (MDB), derrubando as emendas ao projeto de lei do governo para o reajuste do salário mínimo regional de 2018. A mesma manobra regimental, que prevê somente a votação do texto original, já havia sido usada pelos governistas em 2016 e 2017.

Com esse resultado, que frustrou os dirigentes da CUT e centrais sindicais que pressionavam os parlamentares nas galerias do plenário da Assembleia Legislativa, foi aprovado na sequência o projeto de Sartori, que estabelece reajuste de apenas 1,81%, igual ao mínimo nacional definido pelo governo ilegítimo de Michel Temer (MDB), porém abaixo do INPC de 2,07%. A votação foi unânime.

Assim, não puderam ser votadas as emendas do deputado Luiz Mainardi (PT), em nome da bancada do partido, que previa um aumento de 4,17%, conforme a reivindicação das centrais, e do deputado Ciro Simioni (PDT) e mais seis parlamentares, que garantia um reajuste de 2,95%, igual ao IPCA em 2017.

 

 

Com isso, os mais de 1,3 milhão de trabalhadores e trabalhadoras, que recebem os menores salários no Estado, receberão apenas um pouco mais de R$ 20 por mês. Vejam os valores das cinco faixas do mínimo regional:

1. R$ 1.196,47

2. R$ 1.224,01

3. R$ 1.251,78

4. R$ 1.301,22

5. R$ 1.516,26

O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, criticou duramente a manobra do governo, que resultou na aprovação de um reajuste rebaixado e pelo terceiro ano consecutivo inferior à inflação, o que nunca havia ocorrido desde a criação do chamado piso regional no governo Olívio Dutra (PT).

Reajuste aprovado não estimula crescimento da economia

“Esse projeto aprovado rebaixa o mínimo regional e todos sabemos que não tem como combater o desemprego, alavancar a economia e gerar renda sem aumento salarial. O que puxa o emprego é o consumo e isso se faz com salário valorizado. Com essa política, o governo Sartori continua atrasando o crescimento do Rio Grande do Sul e do Brasil”, disse Nespolo.

Para ele, “o governo Sartori segue encaminhando projetos de forma que a economia do Rio Grande continue crescendo que nem rabo de cavalo porque não tem jeito de combater o desemprego e estimular a economia sem fortalecer os salários dos trabalhadores”, destacou.

Segundo o deputado Mainardi, “infelizmente a política de Sartori é concentrar renda, não distribuí-la”. Ele avalia que a decisão da Assembleia revela “falta de sensibilidade social e uma visão equivocada sobre o desenvolvimento regional”. Fonte: CUT-RS

 



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