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06.04.2018 - Fundação Piratini usa critério político para realocações

Desde que foi divulgada a primeira listagem com as lotações para outras empresas estatais, os servidores da TVE/FM Cultura, mobilizados, passaram a divulgar na página Movimento dos Servidores da TVE e FM Cultura (https://www.facebook.com/MSTVEFMCultura/) a denúncia de que o Governo está fazendo uso de critério político. Confira:

O processo de desmonte da Fundação Piratini teve mais um capítulo importante. Foi divulgada a lista com 42 nomes de funcionários que serão realocados para outros órgãos do governo. Na mesma semana em que a direção anuncia que a TVE passará a ter quatro canais HD para multiprogramação. Na lista de realocados estão repórteres, editores, produtores de rádio e TV. Muitos estudaram Comunicação Pública ou TV e Convergência Digital em seus Mestrados e Especializações. Alguns são ganhadores de importantes prêmios de Jornalismo. Outros são reconhecidos pela qualidade dos programas que produzem na FM Cultura e na TVE. Colegas que representaram os funcionários no Conselho Deliberativo, membros da Cipa e uma sindicalista também serão realocados. Gente que cumpre horário e coloca a programação no ar todos os dias.

 

 

Mas então, qual o critério para as realocações? O que o Estado do RS pretende ao arrancar esses colegas do trabalho para o qual se qualificaram?

Basta analisar os nomes para descobrir: a lista tem vários indícios de retaliação política. Estão nela colegas que denunciaram publicamente o processo de desmonte e lutaram para defender a causa da Comunicação Pública, participando de debates, dando entrevistas para rádios e jornais, conversando com os deputados ou compartilhando as publicações do Movimento dos Servidores.

Em reunião com os presidentes dos Sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas, o estudante de jornalismo e presidente da Fundação Piratini, Orestes de Andrade Jr, não apresentou nenhum critério para a escolha dos realocados. Mas admitiu que as redes sociais dos funcionários foram vasculhadas. Nas palavras dele, a “compatibilidade política” não foi levada em conta para definir as realocações. Por que então tanta preocupação com o posicionamento dos funcionários? Muitos dos que lutaram contra a extinção serão espalhados. Outros tantos seguirão trabalhando em meio aos Cargos de Comissão e terceirizados - que não foram cortados.

Cabe questionar também o destino dos colegas. A orientação do próprio governo, de respeitar as funções dos funcionários, parece não estar sendo seguida - o que pode resultar em dezenas de ações judiciais por desvio de função. Como explicar, por exemplo, que uma concursada para o cargo de Repórter de Rádio e TV seja realocada para o Instituto Riograndense do Arroz?

O equívoco da lista também conta com uma gestante (38 semanas de gestação), um colega acidentado afastado pelo INSS), uma Pessoa Com Deficiência e quatro colegas cuja estabilidade foi reconhecida inclusive pela PGE.

E o mais importante: como ficará a Fundação Piratini com a saída de quase 90 colegas (incluindo os que saíram pelo PDV)? Com o quadro reduzido à metade, o próximo passo será a terceirização da programação.

 



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