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03.07.2018 - Globo oficializa censura aos seus jornalistas nas redes sociais

O Grupo Globo, que controla a principal emissora de TV do País e uma série de outros veículos, divulgou no último domingo (1º) uma carta do seu presidente João Roberto Marinho, delimitando novas diretrizes para a atuação dos jornalistas empregados pela empresa em redes sociais.

Trata-se da concretização das normas que já foram apelidadas de “Lei Chico Pinheiro” pelos próprios funcionários. O profissional, que costuma apresentar o “Bom Dia, Brasil”, explicitou em 7 de abril a sua indignação com relação à prisão política do ex-presidente Lula no Whatsapp e o áudio acabou sendo vazado. Logo após o vazamento, a Globo anunciou que implantaria as normas que agora foram oficializadas.

 

 

O posicionamento do grupo é para que os funcionários evitem qualquer ação que “possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção”.

As diretrizes consideram que toda rede social é potencialmente pública e que determinadas postagens podem levar à perda de isenção, por isso o jornalista deve “evitar tudo o que comprometa a percepção de que o Grupo Globo é isento”.

As normas determinam que os jornalistas não devem expressar opiniões políticas, apoiar partidos e candidaturas, defender ideologias e tomar partidos em questões “controversas e polêmicas” cobertas pelos veículos jornalísticos do grupo.

“Em síntese, esses jornalistas não devem nunca se pôr como parte do debate político e ideológico”. Isso incluiria inclusive a ação indireta, como “curtir” publicações ou eventos de outras pessoas.

A empresa diz ainda que os jornalistas “têm o inalienável direito de discutir o que bem entender” em grupos de aplicativos de mensagens, mas alerta para possíveis vazamentos.

As novas diretrizes, no entanto, fazem ressalva a atuação de articulistas e colunistas, que ficam liberados para exercer a possibilidade de opinião, mas ainda assim diz que estes não devem agir como militantes partidários ou de ideias e que são “vedados” de apoiar candidatos ou partidos. Fonte: CUT-RS com Sul21 e Revista Fórum

 



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