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17.09.2018 - Sindicalismo resiste à lei trabalhista, garante aumentos e preserva direitos

Mesmo com a nova lei trabalhista, que estimula a ofensiva patronal contra direitos e conquistas, as campanhas do primeiro semestre mostram que o movimento sindical tem conseguido resistir e conter perdas.

Apesar de decréscimo de 28% no número de acordos e Convenções Coletivas celebradas, comparado ao mesmo período de 2017, a maioria das negociações obteve reajustes acima da inflação. Os dados apontam que 78,8% das correções salariais obtiveram ganhos superiores ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

Assembleia dos bancários aprovou, em 29/8, acordo com aumento real e garantia de direitos

 

Entre as negociações realizadas em todo o País, 11,6% repuseram a inflação e 9,5% ficaram aquém.

Dieese- Segundo disse à Agência Sindical Patrícia Pelatieri, coordenadora de pesquisas e tecnologia do Dieese, um dos fatores que influenciaram o resultado foi a baixa inflação. “Com INPC menor, ficou menos complicada negociar ganho real”, disse.

Patrícia ressalta que esses números poderão influenciar positivamente as negociações do segundo semestre. "Isso vai se refletir em outras categorias importantes, como metalúrgicos, químicos e padeiros, por exemplo, que estão em campanha salarial, mesmo com o INPC mais elevado”, comenta.

Na avaliação do Dieese, frente aos ataques que o sindicalismo vem sofrendo, somado à recessão que o País está passando, as entidades estão muito coesas e firmes nas mesas-redondas. “Os Sindicatos enfrentam os problemas e suas bases, organizadas, compreendem a importância das entidades nas negociações coletivas”, diz Patrícia Pelatieri.

CUT- Levantamento da Central Única dos Trabalhadores revela números semelhantes, na base da entidade. Conforme a pesquisa, 88,2% dos Sindicatos cutistas conquistaram aumento real e/ou reposição da inflação. O aumento real médio alcançado por essas categorias foi de 1,09%.

De acordo com a CUT, do total de 704 acordos no primeiro semestre, 544 tiveram aumento real (77,3%), outros 77 (10,9%) conquistaram apenas a reposição do INPC e 83 ficaram abaixo da inflação (11,8%). O levantamento mostra ainda que a maioria dos Sindicatos (58,8%) a manter as conquistas da Convenção Coletiva de Trabalho.

Adriana Marcolino, técnica da subseção do Dieese na CUT, observa que os patrões foram para a negociação com uma pauta de retirada de direitos. O que mais buscavam era o fim das homologações nos Sindicatos.

Crescimento - Ao contrário do que ladra a propaganda da classe dominante, o sindicalismo segue na luta para garantir ganhos aos trabalhadores e provar que a recuperação econômica depende de uma distribuição de renda melhor.

A campanha dos bancários vai injetar R$ 10 bi na economia nos próximos 12 meses. O acordo garantiu reajuste de 5% (real de 1,31%), que se aplica às demais verbas como Participação nos Lucros e/ou Resultados, vales alimentação/refeição e auxílio-creche.

“Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha. Contrário ao que alguns candidatos dizem, que pra haver emprego não pode haver direitos”, afirma Juvandia Moreira, presidente da Confederação Nacional dos trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Mais informações: www.cut.org.br e http://www.agenciasindical.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=9454

 

 



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