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27.02.2019 - Centrais definem agenda de ações unitárias em favor da Previdência pública

As Centrais Sindicais definiram nesta terça (26), na sede do Dieese, em São Paulo, uma série de ações de comunicação e um calendário de mobilizações contra o fim da Previdência Pública. Os sindicalistas também debateram os principais impactos da proposta de reforma do sistema de aposentadorias apresentada pelo governo.

Participaram do encontro no Dieese, em São Paulo, representantes da CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Nova Central, CSB, CSP-Conlutas, CGTB e Intersindical.

 

Sindicalistas definem agenda de lutas em defesa da aposentadoria

 

O presidente da CUT, Vagner Freitas, avaliou que a luta contra a proposta apresentada pelo governo Bolsonaro vai ser "uma guerra de comunicação”. “Precisamos esclarecer a população. É preciso ganhar a opinião pública. Temos que falar aos trabalhadores com uma linguagem direta. É preciso frisar: você vai perder a aposentadoria e seus direitos", destacou.

Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, fez uma exposição sobre os principais impactos da PEC 6/2019. Ele alertou que a desconstitucionalização da Previdência, ou seja, a remeter para lei complementar a definição dos regimes previdenciários, “é um cheque em branco para o governo avançar rumo ao sistema de capitalização e a privatização”.

Mulher- Para Luiz Carlos Prates (Mancha), dirigente da CSP-Conlutas, o que é colocado pela análise técnica feita pelo Dieese, “mostra que o ataque é muito pior do que pensávamos”. Ele propôs transformar as comemorações do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, em grandes manifestações em defesa da aposentadoria.

“Temos que orientar as organizações dos movimentos populares, que tradicionalmente organizam grandes atos e mobilizações nesta data, a colocar o tema da reforma da Previdência como carro chefe das manifestações", ressaltou Mancha.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), defendeu a realização do dia de lutas em 22 de março, com manifestações em todo o País, como forma de avançar na mobilização dos trabalhadores. “A proposta de greve geral tem de ser construída e muito bem elaborada. É preciso criar antes uma pauta única. Unificar os discursos", afirmou.

Ações- Além de reforçar a presença do tema nas manifestações do 8 de março, pelo menos mais duas datas para a realização de protestos ficaram definidas. O Dia Nacional de Lutas, em 22 de março; e um ato em frente à Superintendência do INSS em São Paulo, dia 29 de março, com passeata pelas ruas centrais da Capital.

Dieese- O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos informou a publicação de uma Nota Técnica ainda na noite desta terça. Mais três textos serão lançados na semana que vem, com detalhamentos sobre PEC do governo.

Ainda nesta semana, deve ficar pronto um aplicativo, chamado de ‘Aposentômetro”, que compara como é hoje e com ficará a aposentadoria caso a reforma seja aprovada.

Agenda- Na quinta (28), sindicalistas voltam a se reunir, com assessoria de técnicos e jornalistas, para debater a produção das peças de divulgação.

Fonte: http://www.agenciasindical.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=10067

 

 



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