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08.04.2019 - CUT-RS e centrais apoiam reajuste do mínimo regional igual ao nacional e cobram audiência com governador

A CUT-RS e centrais sindicais manifestaram apoio à emenda de reajuste de 4,61% ao salário mínimo regional de 2019, que foi protocolada na manhã de sexta-feira (5), na Assembleia Legislativa do RS. Com isso, a menor das cinco faixas salariais passaria de R$ 1.196,47 para R$ 1.251,65 e a maior subiria de R$ 1.516,26 para R$ 1.586,19.

Apresentada pela bancada estadual do PT, a iniciativa visa corrigir o chamado piso regional com o mesmo índice aplicado no mínimo nacional em janeiro, uma vez que o projeto de lei encaminhado pelo governador Eduardo Leite (PSDB) estabelece um reajuste de 3,4%, que repõe somente a inflação de 2018.

Cabe salientar que esse projeto não foi enviado em regime de urgência, o que garantiria a votação no prazo de 30 dias pelos deputados. As centrais solicitaram uma audiência ao governador no último dia 29 de março, no Palácio Piratini, onde irão propor o pedido de urgência ao projeto e reivindicar o reajuste de pelo menos 4,61%.

Para o deputado Fernando Marroni, “os trabalhadores devem ser respeitados e não há razão para o Rio Grande do Sul ficar para trás. O reajuste tem impacto na vida dos trabalhadores e na economia gaúcha. Quanto maior for a renda do trabalhador, maior será a perspectiva de desenvolvimento econômico, proporcionando mais consumo e mais empregos”.

Marroni salientou que o RS “não é um estado pobre” e, por isso, não se justifica um reajuste abaixo do mínimo nacional. “Não é possível que isso fique assim. Vamos trabalhar junto a todas as bancadas, para que se tenha pelo menos o reajuste de 4,61%”, apontou. “E depende muito da mobilização dos trabalhadores”, salientou.

O presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, falou em nome dos trabalhadores, defendendo a aprovação da emenda e o regime de urgência. Inicialmente, as centrais haviam reivindicado 8,43% de reajuste, como forma de resgatar a diferença de 30% acima do mínimo nacional vigente entre 2002 e 2004, conforme estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Vamos buscar o diálogo com todas as bancadas, para que essa emenda seja aprovada na Assembleia. Ao mesmo tempo, vamos orientar os sindicatos e as federações, para que também conversem com os deputados, inclusive nas suas bases eleitorais, a fim de mostrar a importância de evitar o achatamento do mínimo regional. Não podemos permitir que o reajuste fique abaixo do mínimo nacional”, enfatizou Nespolo. “Reduzir salários é ruim para os trabalhadores e ainda pior para o aquecimento da economia gaúcha”.

Fonte: CUT-RS http://cutrs.org.br/cut-rs-e-centrais-apoiam-emenda-de-reajuste-de-461-ao-minimo-regional-e-cobram-audiencia-com-governador/

 



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