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17.12.2019 - Brasil protagoniza impasse e fica isolado na 25ª Conferência do Clima da ONU.

OCOP – Conferência das Partes é o órgão supremo decisório no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica, trata-se de uma reunião de grande porte e, desde a terceira reunião (1996), ocorre de dois em dois anos.

Participaram aproximadamente 30 mil pessoas e quase 200 representantes, entre países, blocos e organizações civis, o acordo foi intitulado “Chile | Madrid 2019, Hora de Agir”. O evento, que deveria ocorrer de 2 a 13 de dezembro, se estendeu até domingo (15), em Madrid, mas deixou para 2020, em Glasgow, Escócia, a redação do texto final, porque após um tenso debate o Brasil não aceitou dois parágrafos incluídos no acordo sobre oceanos e uso da terra, o que resultou num apelo do Comitê para que em 2020 o mundo assuma “compromissos mais ambiciosos” para reduzir emissões de CO2 e enfrentar as emergências climáticas. As organizações ambientalistas acusaram a chilena Carolina Schmidt, ministra do Meio Ambiente do Chile e presidente da COP 25 de estar cedendo aos interesses de países poluidores, como os Estados Unidos e Brasil. Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, escreveu em seu mini-blog (@rsallesmma) “COP 25 não deu em nada. Países ricos não querem abrir seus mercados de créditos de carbono. Exigem medidas e apontam o dedo para o resto do mundo, sem cerimônia, mas na hora de colocar a mão no bolso, eles não querem. Protecionismo e hipocrisia andaram de mãos dadas, o tempo todo.” Referindo-se ao fato de que, segundo o Comitê, o Brasil deveria comprar créditos de quem superou as metas de controle de emissão, quando na verdade, o Brasil, com a maior floresta tropical do mundo, deveria lucrar com a troca, defende Salles. Em tom de deboche, em nova publicação, que trazia a foto de um prato de churrasco, o ministro afirmou que “a refeição`vegetariana´ foi escolhida para a despedida da capital espanhola, para poder compensar as emissões de gases poluentes realizadas pelo Brasil durante o encontro.” Afronto desnecessário, para ativistas e para o COP, com certeza, mais ainda, um verdadeiro insulto para o proletariado brasileiro, desde que a China e Bolsonaro transformaram a carne em produto de luxo para o trabalhador assalariado. 

 

Marcelo Bier

Radialista Produtor e Comunicador, Professor de Rádio e TV na OSCIP, Coordenador do Curso Técnico de Rádio, TV e Convergência da ETEC, Diretor da Escola de Educação Profissional Padre Landell de Moura, Administrador de Empresas e Especialista em Planejamento e Docência do Ensino Superior.



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