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09.03.2020 - PT E PSOL ANUNCIAM MANIFESTAÇÕES PARA ENFRENTAR "ESCALADA AUTORITÁRIA" DE BOLSONARO

Partidos chamam mobilizações para os dias 8, 14 e 18 de março

Em meio às reações a manifestação de 15 de março convocada para defender o governo do presidente Jair Bolsonaro e criticar o Congresso Nacional, o PT e PSol anunciaram nesta quarta-feira mobilizações. As manifestações fazem convocações para os dias 8 de março, do dia Internacional de Luta das Mulheres; de 14 de março, dois anos do assassinato de Marielle; e de 18 de março, da Greve Nacional da Educação. Os protestos contra o governo devem concorrer com a manifestação de 15 de março convocada por bolsonaristas para defender o governo e criticar o Congresso Nacional.

Pelo Twitter, a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), publicou que serão promovidas manifestações "pela democracia e pelos direitos do povo" como forma de enfrentar o que classificou como "escalada autoritária do governo Bolsonaro". Segundo Gleisi, os protestos contra a atual administração "serão importantes para mostrar indignação".

A deputada ainda disse que está marcada para a próxima terça-feira uma reunião entre partidos de oposição, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e "entidades dos movimentos sociais e líderes políticos de outros partidos que tenham compromisso com a democracia". A reunião deve acontecer em Brasília.

O PSol, por meio de nota, anunciou repúdio "à participação do presidente Jair Bolsonaro na convocação de manifestações de caráter golpista que pedem o fechamento do Congresso Nacional". Segundo a manifestação, "essa atitude se soma a outras que marcam o caráter antidemocrático do projeto bolsonarista – disseminação de preconceito e intolerância, ameaças à oposição, louvação de regimes autoritários – mas representa um passo a mais na escalada autoritária da extrema-direita: o envolvimento direto de Bolsonaro na convocação dessas manifestações marca um sentido de ruptura democrática, o que é inaceitável".

 

fonte: correio do povo

 



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