De acordo com O Estado de S. Paulo, o bloqueio das contas das empresas foi determinado em fevereiro deste ano pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, por suspeita de que ele teria realizado empréstimos fictícios para esconder propina arrecadada entre 2010 e 2014.
Os advogados do senador alegaram que a decisão prejudica a operação das empresas, uma vez que o dinheiro bloqueado proíbe a movimentação dos recursos supostamente originados por desvio, mas da receita em contratos de publicidade e investimentos.
Os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes decidiram pelo bloqueio de parte dos bens das empresas. Toffoli classificou a medida como injusta, uma dez que as empresas estão em atividade há muitos anos e não poderia correr o risco de falir. Já Celso de Mello e Cármen Lúcia discordaram da argumentação e mantiveram o bloqueio. O senador não se manifestou sobre o caso. Fonte: Portal Imprensa.