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Na oitava reunião ocorrida nesta última segunda-feira (18) entre o Sindicato dos Radialistas de Sergipe (Sterts) e a entidade patronal (Sinertej), na Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Estado, mais uma vez manteve-se o impasse. Os patrões mantiveram a proposta de reajuste de 7,1% – já rejeitada pela categoria, e que o Sterts já havia informado na reunião anterior que não seria aceita porque os radialistas decidiram em assembleia que o patamar mínimo de negociação é de 8%.

Ao percentual de reajuste, o representante do sindicato das empresas afirmou que os patrões se dispõem a acrescentar apenas a manutenção das cláusulas sociais já acordadas e a possibilidade de reduzir de 180 para 90 dias o prazo para implantação do plano de saúde, com inclusão de assistência odontológica.

O presidente do Sindicato dos Radialistas de Sergipe e secretário de organização sindical da Fitert, Fernando Cabral, voltou ressaltar que a categoria quer a manutenção das cláusulas sociais já acordadas (inclusive o plano odontológico), mas cobra reajuste salarial linear de 8%. Os trabalhadores até aceitam registrar em ata as propostas que debatidas com o mediador do Ministério do Trabalho no dia 13 de agosto, quando foi sugerida a possibilidade de parcelar o percentual do reajuste salarial de duas formas: 1) reajuste salarial de 8% com base no salário de abril deste ano, sendo 7,1% para vigência retroativa a data base e 0,9% com vigência a partir de novembro deste ano; ou 2) reajuste salarial de 8,1% com base no salário de abril deste ano, sendo 7,1% com vigência a partir da data base e 1,0 % a partir de 1º de janeiro de 2015.

O representante patronal, no entanto, disse ser possível avançar apenas na inclusão da assistência odontológica, e alegou precisar de novo prazo para que os patrões se manifestem sobre as opções de parcelamento apresentadas nas discussões na SRT.

No próximo dia 26 haverá nova reunião para que a patronal diga se vai avançar na negociação com os trabalhadores ou continuará mantendo a intransigência verificada até o momento. Fonte: Sindicato dos Radialistas de Sergipe.