A CUT-RS divulgou na tarde desta quarta-feira (19) um cartaz eletrônico com as fotos dos 11 deputados federais gaúchos que votaram a favor do regime de urgência para votar o projeto de lei da Reforma Trabalhista (PL 6787/16) do governo ilegítimo Temer, durante sessão plenária da Câmara ocorrida na noite de terça (18). Felizmente, o requerimento foi rejeitado. Eram necessários 257 votos favoráveis, mas o pedido obteve somente 230. Votaram contra o regime de urgência 163 deputados.

O pedido de urgência foi mais uma manobra golpista e antidemocrática dos apoiadores de Temer para tentar aprovar o projeto de Reforma Trabalhista sem o mínimo debate na Câmara. Não pode votar a toque de caixa uma legislação que muda profundamente as relações entre patrões e empregados no Brasil.
A Reforma Trabalhista de Temer prevê o negociado sobre o legislado, rasga direitos garantidos na CLT, amplia a terceirização, cria o trabalho intermitente (só paga as horas trabalhadas), estabelece a legalização do “bico” e limita a atuação da Justiça do Trabalho, dentre outras maldades.
“A CLT nunca foi problema para o Brasil gerar emprego e crescer, desde a sua criação, em 1943, pelo presidente Getúlio Vargas. O que acontece é que empresários gananciosos, financiadores do golpe, estão cobrando a fatura de Temer porque querem reduzir custos, facilitar as demissões e aumentar os lucros”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.
“Orientamos as entidades sindicais, os trabalhadores e as trabalhadoras a compartilharem esse cartaz para o maior número de pessoas, denunciando esses deputados gaúchos que apoiam o governo golpista de Temer e votam contra os direitos da classe trabalhadora”, ressalta o dirigente da CUT-RS.
“Avisamos também que esses parlamentares não terão sossego. Vamos denunciá-los nas suas bases eleitorais para que o povo saiba que eles estão traindo a confiança depositada nas urnas e, por isso, não devem ser reeleitos em 2018”, salienta Claudir. Fonte: Cut RS
A CUT-RS divulgou na tarde desta quarta-feira (19) um cartaz eletrônico com as fotos dos 11 deputados federais gaúchos que votaram a favor do regime de urgência para votar o projeto de lei da Reforma Trabalhista (PL 6787/16) do governo ilegítimo Temer, durante sessão plenária da Câmara ocorrida na noite de terça (18). Felizmente, o requerimento foi rejeitado. Eram necessários 257 votos favoráveis, mas o pedido obteve somente 230. Votaram contra o regime de urgência 163 deputados.

O pedido de urgência foi mais uma manobra golpista e antidemocrática dos apoiadores de Temer para tentar aprovar o projeto de Reforma Trabalhista sem o mínimo debate na Câmara. Não pode votar a toque de caixa uma legislação que muda profundamente as relações entre patrões e empregados no Brasil.
A Reforma Trabalhista de Temer prevê o negociado sobre o legislado, rasga direitos garantidos na CLT, amplia a terceirização, cria o trabalho intermitente (só paga as horas trabalhadas), estabelece a legalização do “bico” e limita a atuação da Justiça do Trabalho, dentre outras maldades.
“A CLT nunca foi problema para o Brasil gerar emprego e crescer, desde a sua criação, em 1943, pelo presidente Getúlio Vargas. O que acontece é que empresários gananciosos, financiadores do golpe, estão cobrando a fatura de Temer porque querem reduzir custos, facilitar as demissões e aumentar os lucros”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.
“Orientamos as entidades sindicais, os trabalhadores e as trabalhadoras a compartilharem esse cartaz para o maior número de pessoas, denunciando esses deputados gaúchos que apoiam o governo golpista de Temer e votam contra os direitos da classe trabalhadora”, ressalta o dirigente da CUT-RS.
“Avisamos também que esses parlamentares não terão sossego. Vamos denunciá-los nas suas bases eleitorais para que o povo saiba que eles estão traindo a confiança depositada nas urnas e, por isso, não devem ser reeleitos em 2018”, salienta Claudir. Fonte: Cut RS