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15.03.13 - Ex-diretor do Atlético-GO é preso pela terceira vez acusado de mandar matar cronista

O empresário e ex-dirigente do Atlético Clube Goianiense, Maurício Sampaio, se apresentou à Polícia e está preso pela terceira vez em 2013, informou o G1, na última quinta-feira (14/3). Ele é acusado de ser o mandante da morte do cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira.
Sampaio teve o habeas corpus revogado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) na última quinta (14/3). Após ser comunicado da decisão, foi espontaneamente ao Instituto Médico Legal (IML) onde passou por exame. De lá, seguiu para a Casa de Prisão Provisória, dentro do Complexo Prisional.

Ele estava em liberdade desde o último dia 5, quando uma liminar do desembargador Gérson Santana Cintra revogou o pedido de prisão preventiva. Essa foi a segunda vez que o empresário ganhou a liberdade. Seu advogado disse que vai recorrer da decisão: "Estamos estudando qual deverá ser o melhor recurso", explicou Ney Moura Teles, alegando que o empresário é inocente e não teria razão para praticar o crime.

Novo mandato de prisão

Por três votos a dois, a 1ª Câmara Criminal julgou o habeas corpus desfavoravelmente e determinou a expedição de um novo mandado de prisão contra Sampaio. Os desembargadores José Paganucci Jr. e Avelirdes Almeida Pinheiro de Lemos acompanharam voto de Itaney Francisco Campos.

O modo sutil e detalhado em que crime foi arquitetado foi citado, bem como o relatório da Polícia Civil, segundo o qual o suposto agenciador do crime, Urbano de Carvalho Malta, e o policial militar Djalma Gomes da Silva planejavam matar o açougueiro Marcus Vinícius, o Marquinhos, como "queima de arquivo". Ao ser preso, Marquinhos assumiu a autoria dos disparos. Mas, em um segundo depoimento, ele disse que havia confessado porque sofria ameaças de morte.

Crime e inquérito

O radialista Valério Luiz, de 49 anos, filho do também comentarista esportivo Manoel de Oliveira, conhecido como Mané de Oliveira, foi morto a tiros em 5 de julho de 2012, quando saía da Rádio Jornal 820 AM, em Goiânia (GO). De acordo com a denúncia da Promotoria, o cabo da Polícia Militar Ademá Figuerêdo Aguiar Filho estava em cima de uma moto quando baleou o jornalista, que estava em seu carro.

Os responsáveis pela investigação acreditam que o radialista foi morto por sua atuação profissional no "Jornal de Debates", na Rádio Jornal, e no programa "Mais Esporte", na PUC-TV, pois fazia duras críticas contra a diretoria do Atlético Clube Goianiense.

O ex-dirigente do clube, Maurício Borges Sampaio, apontado como inimigo de Oliveira há dois anos, é um dos cinco denunciados pelo MP-GO pela morte do radialista. A Promotoria entende que Sampaio foi o mentor do crime, pois o cabo Ademá Filho era seu segurança particular.

Outras pessoas ligadas ao ex-dirigente também foram denunciadas. O sargento da PM Djalma Gomes da Silva, o comerciante Urbano de Carvalho Malta e açougueiro Marcus Vinicius Pereira Xavier, são suspeitos de colaborar com o crime. Urbano é o único entre os indiciados que está em liberdade. Ele teve a prisão preventiva revogada na terça (12/3), após 39 dias encarcerado.

Foram quase oito meses de investigação. O inquérito policial foi entregue ao Poder Judiciário pelos delegados Adriana Ribeiro e Murilo Polati, da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios, no dia 26 de fevereiro. O documento possui mais de 500 páginas e mais um volume com provas técnicas contra os suspeitos.



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