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01/09/2016 - TV aberta e rádio faturam bilhões em publicidade mas radialistas continuam sem reajuste

Investimento publicitário nos meios de comunicação durante primeiro semestre de 2016 supera R$60 bilhões, mas patrões insistem em travar negociações salariais em diversos estados. Que as negociações de campanha salarial não são fáceis para os radialistas não é novidade. Contudo, este ano de 2016 vem sendo especialmente exaustivo para a categoria.

No país onde a informação é adquirida essencialmente através dos meios televisivos e radiofônicos, é inaceitável que os trabalhadores que são fundamentais na difusão de informações de qualidade à população sejam submetidos a longos períodos de negociação, com resultados pouco satisfatórios.

Segundo a Kantar Ibope Media, em levantamento publicado em Julho deste ano, atualmente ainda há 52 milhões de ouvintes de rádio no Brasil. Em 2015 o investimento publicitário no segmento radiofônico foi superior a R$5 bilhões e em 2016, até o primeiro semestre, já tinham recebido mais de R$2 bilhões. No quadro geral, o ganho publicitário de 10 segmentos da mídia brasileira soma R$60.700.791,00, sendo R$33.714.098,00 destinados apenas às emissoras de TV aberta.

Mesmo com faturamentos bilionários, os sindicatos patronais insistem em justificar as propostas baixíssimas, ou por vezes nulas, de reajustes salariais se utilizando da crise econômica brasileira, inviabilizando o fechamento de acordos coletivos mais justos. É uma realidade inadmissível, que os sindicatos de radialistas e a Fitert combatem diariamente.

No estado de Sergipe, após seis rodadas de negociação e nenhum acordo, os trabalhadores podem ir à greve. Em São Paulo, durante a realização da última assembleia, os radialistas aprovaram a proposta de manter o estado de greve e continuar o processo de negociação até o dia 19 de setembro (quando vence a atual convenção coletiva). E no Espírito Santo a categoria decidiu entrar em greve e propor dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, após negociações frustradas com o patronal.

A Fitert acredita que emissoras de rádio e televisão que faturam bilhões de reais apenas com publicidade têm a obrigação de fornecer melhores condições de vida aos seus trabalhadores.  Por isso, a luta dos radialistas não vai parar até que se fechem cláusulas justas e que contemplem as necessidades básicas da categoria. Fonte: Da redação Fitert



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