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23.06.2017 - Após prometer às centrais do RS que votaria contra a reforma trabalhista, senador Lasier faz emendas ao projeto de Temer

As centrais sindicais, que se reuniram com o senador gaúcho Lasier Martins (PSD), na última segunda-feira (19), em Porto Alegre, reafirmam que ele prometeu votar contra as reformas da Previdência e Trabalhista do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Na ocasião, dirigentes da CUT, CTB, CGTB, Nova Central, UGT e Intersindical mostraram ao parlamentar os graves retrocessos previstos pelas reformas, caso sejam aprovadas pelo Congresso Nacional.

Dois dias depois, no entanto, Lasier apresentou cinco emendas para retirar pontos previstos no projeto da reforma Trabalhista e assim votar a favor do projeto.

Em um vídeo postado em sua página no Facebook nesta quarta-feira (21), o senador diz que “o projeto tem algumas coisas boas, mas outras que são ruins para o trabalhador. Se por um lado incentiva a criação de novos empregos, por outro lado pode deixar mal muitos trabalhadores”.

A primeira emenda se trata do trabalho intermitente, com a justificativa de que essa nova modalidade é a distorção mais grave da reforma. “Desequilibra a jornada de trabalho, com reflexos no sistema previdenciário”. A segunda suprime a prevalência do chamado negociado sobre o legislado, “É evidente que o patrão será mais forte que o trabalhador sem emprego”.

 Lasier propõe também, em vez do fim do imposto sindical, uma redução gradual da contribuição, em três anos, dos atuais 100% para 35% de um dia de trabalho. Em relação ao trabalho da gestante em locais insalubres, o senador considera o item inaceitável.

Por fim, uma quinta emenda impede a redução da intrajornada para o mínimo de 30 minutos. “Os trabalhadores que prestam serviços pesados não podem ter tempo tão reduzido para as refeições”, justifica.

 

 

Ao final do vídeo, ele conclui: “Estou apresentando essas cinco emendas na esperança de que sejam aceitas. Se não forem aceitas, vou ter que refletir quanto ao meu voto”.

“Esperamos que Lasier mantenha a palavra empenhada com as centrais sindicais e agora vote contra a reforma Trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois no plenário do Senado”, ressalta o secretário de Relações de Trabalho da CUT-RS, Antônio Güntzel, que participou da reunião com o senador. A votação na CCJ está agendada para a próxima quarta-feira (28).

Não esqueceremos

O objetivo das centrais é conseguir que toda a bancada gaúcha no Senado se posicione contra essas propostas de Temer.

O senador Paulo Paim (PT-RS), além de defender a aposentadoria em todo o país e obter a instalação da CPI da Previdência, está também na linha de frente contra a reforma Trabalhista. Ele apresentou votos em separado contra o relatório favorável do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS).

Paim liderou a rejeição do relatório na CAS por 10 votos a 9. Lamentável foi a posição da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que votou a favor da reforma Trabalhista. “Em nenhum momento da campanha eleitoral, ela disse que apoiaria propostas que fossem retirar direitos dos trabalhadores. Como pode agora votar a favor de uma reforma que só interessa à turma do pato amarelo da Fiesp e outras federações empresariais, mas acaba com direitos garantidos na CLT, enfraquece os sindicatos e limita a atuação da Justiça do Trabalho?”, questiona Antônio.

“Já começamos a denunciar o voto favorável da Ana Amélia à reforma trabalhista nas redes sociais e nas suas principais bases eleitorais do Estado, a exemplo do que estamos fazendo com os deputados que apoiaram essa proposta nociva aos trabalhadores na Câmara”, destaca.

Para Antônio, “o momento é oportuno, na medida em que ela foi anunciada como candidata do PP à reeleição ao Senado. Não esqueceremos. Os trabalhadores não podem eleger quem ignora os direitos do povo e defende os interesses do agronegócio e do empresariado”.

Confira o cartaz da CUT-RS!

 

 Fonte: CUT-RS com Sul21



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