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31.10.2017 - Desemprego é de 12,4% e atinge 13 milhões de trabalhadores, diz IBGE

O desemprego no país foi de 12,4%, em média, no trimestre de julho a setembro, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa caiu em relação ao trimestre anterior (13%), mas subiu na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (11,8%).

Ainda segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil de julho a setembro foi de 13 milhões de pessoas. Isso representa uma melhora em relação ao trimestre anterior, com queda de 3,9% (menos 524 mil pessoas). Na comparação com o mesmo período de 2016, porém, são 939 mil pessoas a mais sem emprego, um aumento de 7,8%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).

Carteira assinada e informalidade

O número de trabalhadores com carteira assinada ficou estável comparado ao período anterior: 33,3 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve queda de 2,4%, com menos 810 mil postos de trabalho com carteira assinada.

No trimestre, houve aumento de 1,8% dos trabalhadores por conta própria, com mais 402 mil pessoas, totalizando 22,9 milhões de pessoas nessa categoria. E foi registrado crescimento de 288 mil pessoas sem carteira assinada, com um total de 10,9 milhões de ocupados sem carteira no país.

População ocupada

O número de pessoas com trabalho foi de 91,3 milhões entre julho e setembro, aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior, ou 1,1 milhão de pessoas a mais. Em um ano, o total de trabalhadores subiu 1,6%, o que equivale a cerca de 1,5 milhão de pessoas.

Rendimento de R$ 2.115

O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador ficou, em média, em R$ 2.115. O valor teve leve alta em relação ao período anterior (R$ 2.108), e também comparado com o mesmo período de 2016 (R$ 2.065). O IBGE considera que houve estabilidade nas duas comparações. Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/10/31/desemprego-setembro-ibge.htm Do UOL, em São Paulo Evelson de Freitas/Folhapress



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