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26.12.2017 - Frente mundial busca combate a notícias falsas

Ao mesmo tempo em que crescem a ameaça e a influência política da disseminação das “fake news” na sociedade americana, grupos e organizações se mobilizam para enfrentar o problema. O objetivo é fazer com que o público consiga identificar com uma maior facilidade as informações que não são verdadeiras. Além das campanhas valorizando a verdade, que já estão em curso em grandes meios de comunicação, as frentes contra as “fake news” querem conscientizar a população sobre os riscos da disseminação de falsas notícias em todo o mundo. Inclusive no Brasil.

A rede de TV britânica BBC, por exemplo, vai levar jornalistas a mil escolas do Reino Unido para ensinar alunos a identificar as notícias potencialmente falsas em blogs e redes sociais. Outra iniciativa é o Trust Project (Projeto Confiança). Ele é um consórcio internacional de organizações de notícias, que colaboram para criar padrões de transparência no jornalismo. O objetivo é construir uma imprensa mais confiável.

Com base em pesquisas, o projeto criou um sistema de Indicadores de Confiança — ou seja, informações padronizadas sobre o noticiário, o jornalista e os compromissos por trás de uma história. A ideia é tornar mais fácil para o público identificar fontes confiáveis. Segundo um informe do Trust Project, “plataformas digitais, como Google, Facebook, Bing e Twitter podem usar os Indicadores de Confiança para divulgar notícias confiáveis para seus usuários”.

— É emocionante porque esta é uma colaboração global em que vemos os meios de comunicação avançarem para responder à necessidade pública de notícias confiáveis — afirma Sally Lehrman, que dirige a iniciativa na Universidade de Santa Clara, na Califórnia.

Para Ernest Sotomayor, professor e diretor da Iniciativa Latino-Americana da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, em Nova York, uma das ferramentas para a população é sempre desconfiar e tentar checar a fonte de onde vem uma informação lendo as notícias sobre o mesmo assunto publicadas por outros veículos:

— A melhor proteção contra a prática de desinformar deliberadamente é ler amplamente, desconfiar de sites notoriamente suspeitos e buscar informação em um amplo espectro de meios de comunicação.

Gene Policinski, diretor de operações do Newseum Institute, conta que sua entidade criou um programa de educação chamado “E.S.C.A.P.E.”. É baseado em seis conceitos, cujas iniciais em inglês dão nome à iniciativa. O primeiro conceito é o de prova (evidence, em inglês): qual a comprovação oferecida para os fatos relatados. O segundo é fonte (source, em inglês): quem são as fontes usadas e qual o seu grau de credibilidade. O terceiro é o contexto: em que ambiente se desenrola uma notícia. O quarto conceito, a audiência: qual é o público-alvo da notícia e quais táticas são usadas para atraí-lo. O quinto é o objetivo (de purpose, em inglês): por que um fato mereceu ser relatado. O sexto é a produção (de execution): como é apresentada uma informação e se ela parece tendenciosa ou incompleta. Fonte: http://www.abi.org.br/frente-mundial-busca-combate-a-noticias-falsas/



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