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01.02.2019 - CUT-RS e centrais realizam ato em Porto Alegre contra reforma da Previdência em 14 de fevereiro

Em reunião ampliada da Executiva ocorrida na manhã de terça-feira (29), a CUT-RS aprovou a realização de um ato em defesa da Previdência e contra a ameaça de reforma do governo Bolsonaro no próximo dia 14 de fevereiro, no centro de Porto Alegre.

 

 

A mobilização irá esquentar a “Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora” que as centrais sindicais irão promover no dia 20 de fevereiro, em São Paulo, com a participação da CUT, CTB, Força Sindical, CSB, Nova Central, CSP-Conlutas, Intersindical e CGTB. A pauta será “a defesa da Previdência pública, aposentadoria e Seguridade Social – propostas e formas de luta”.

 “O governo Bolsonaro ainda não enviou projeto ao Congresso Nacional, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, e a mídia amiga deles ficam repetindo dia e noite que somente a reforma da Previdência vai salvar o Brasil, o que é uma grande mentira”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo. “Querem enganar mais uma vez a população e, por isso, precisamos esclarecer cada brasileiro e brasileira para defender a Previdência e o direito de se aposentar com dignidade”, ressalta. “Sem mobilização, a aposentadoria vai ficar saudade”.

“O relatório aprovado da CPI, presidida em 2017 pelo senador Paulo Paim (PT-RS), provou que não existe déficit na Previdência e, por isso, não é preciso fazer reforma, mas sim cobrar os devedores e os sonegadores, além de cortar as renúncias fiscais e as desonerações na folha de pagamento, bem como acabar com a Desoneração das Receitas da União (DRU), que desvia 30% dos recursos da Previdência para outras áreas do governo”, explica Nespolo.

O ato na capital gaúcha foi aprovado também na reunião das centrais, realizada na manhã desta quarta-feira (30), na sede da CUT-RS. O objetivo é desmascarar as “fake news” do mercado financeiro, que está por trás dos ataques à previdência pública, e defender a aposentadoria.

Modelo chileno é perverso

O modelo de capitalização, defendido por Guedes, foi implantado no Chile, durante a ditadura do general Augusto Pinochet. Cada pessoa seria responsável por acumular a própria reserva para a aposentadoria. Não haveria mais contribuições das empresas nem os aportes do governo previstos na Constituição. Para quem não conseguir poupar, seria garantida uma renda mínima, menor do que o salário mínimo e maior do que o Bolsa Família.

A experiência chilena é perversa. Os seus primeiros aposentados estão apavorados, pois 91% deles recebem menos da metade do salário mínimo do país, trazendo fome e miséria. O número de suicídios disparou. Segundo o Estudo Estatísticas Vitais, do Ministério de Saúde e do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) do Chile, entre 2010 e 2015, 936 adultos maiores de 70 anos tiraram sua própria vida no período.

Luta contra privatizações e defesa do SUS e da educação pública

A CUT-RS também decidiu intensificar a retomada da organização de três importantes frentes de luta, que são abertas à participação de sindicatos e federações que representam trabalhadores atingidos pelos novos governos do Estado e do País. São elas:

- Frente em Defesa do Patrimônio Público

- Frente em Defesa do SUS

- Frente em Defesa da Educação Pública

“Queremos somar esforços para combater a política nefasta de privatizações dos governos Bolsonaro e Eduardo Leite e defender o Sistema Único de Saúde (SUS) e a educação pública de qualidade”, salienta o presidente da CUT-RS.

8 de Março será dia de luta pela vida das mulheres

As mulheres da CUT-RS também já estão se organizando para participar com garra, ousadia e disposição de luta das manifestações de 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Conforme a secretária de Finanças da CUT-RS, Vitalina Gonçalves, a Vita, “vamos promover mobilizações pela vida das mulheres, hoje ameaçada pela violência e a reforma da Previdência do governo Bolsonaro, e defender a Seguridade Social para garantir proteção, respeito e dignidade”.

As entidades filiadas à CUT promoverão atividades pela manhã junto às trabalhadoras e se integrarão nas mobilizações gerais que estão sendo organizadas com as demais centrais, organizações e movimentos de mulheres em Porto Alegre e cidades do interior gaúcho. Fonte: CUT-RS

 



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