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27.11.2019 - Em longa negociação com Fenaban, bancários impedem trabalho aos sábados

O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos negociaram por quase 10 horas nesta terça-feira (26) sobre a proposta que neutraliza os efeitos da Medida Provisória (MP) 905/2019. O Comando garantiu a manutenção da jornada de segunda a sexta-feira, que não haverá aumento de jornada e que a PLR continuará sendo negociada com os sindicatos.

Como é hoje, o trabalho aos sábados somente será permitido se houver negociação com o movimento sindical.

“Foi uma longa negociação, que se arrastou o dia todo, com quatro intervalos. A Fenaban estava decidida a implementar a MP 905. Mas a reação dos bancários, que se mobilizaram nas agências, nas redes sociais, que lotaram plenárias em todo o Brasil, pesou muito na mesa de negociação. Ainda é preciso definir alguns detalhes e acontecerão outras reuniões, mas os bancários podem ir descansar tranquilo que a jornada atual está garantida”, afirmou o presidente do SindBancários e novo vice-presidente da CUT-RS, Everton Gimenis, que esteve na reunião em São Paulo representando os bancários do Sul do país.

“Apresentamos uma proposta de aditivo à nossa CCT que garante os direitos, a jornada e impede a redução salarial da categoria. Os bancos propuseram mudanças que mantêm o que diz a MP e contrariam o que está em nossa convenção. Deixamos claro que não poderíamos fazer um acordo deste, pois seria reabrir as negociações de termos já negociados e definidos em acordo coletivo”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional.

“Aceitar as mudanças seria desconsiderar o valor de nossa mesa de negociações. Negociamos uma Convenção Coletiva e os bancos vão no governo e pedem uma medida provisória? Deve haver respeito à mesa de negociação por ambos os lados”, disse Juvandia. “O que queremos é manter o que firmamos em nosso acordo de dois anos”, completou.

A negociação se prolongou durante todo o dia e houve várias pausas para que as partes discutissem entre si as propostas e contrapropostas que eram apresentadas.

“A Fenaban insistia em alterações que reduziam direitos e alteravam o que tínhamos definido em nossa CCT. Aceitar estas alterações seria o mesmo que aceitar a implantação da MP. Isso não seria possível”, ressaltou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva, também coordenadora do Comando Nacional.

Suspensão dos efeitos da MP

Ao final do dia, as negociações sobre o texto do aditivo avançaram bastante, garantindo a jornada, a negociação da PLR apenas pelos sindicatos, mas dado o avanço da hora as negociações continuarão nos próximos dias, restando alguns detalhes sobre a vigência.

Até que o aditivo seja assinado, os efeitos da MP continuam suspensos.

Fonte: SindBancários com Contraf-CUT (http://cutrs.org.br/em-longa-negociacao-com-fenaban-bancarios-impedem-trabalho-aos-sabados/)

 



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